Leve numa boa as variações de humor do seu gestor
O acúmulo de tarefas, a exigência pela qualidade e a agilidade estão produzindo profissionais estressados. E não é só você que sofre com tantas cobranças: seu chefe, na posição de gestor, carrega ainda mais responsabilidades. Antes de se aborrecer com alguma palavra mais dura do seu supervisor, invista nas dicas da master coach e instrutora de recursos humanos licenciada pela Sociedade Brasileira de Coaching Márcia Belmiro para saber como lidar com um chefe irritado pelo estresse.
Respire fundo, conte até 3
“A tendência da pessoa diante de um agressor, ainda que a causa da agressividade seja o estresse, é de se magoar e ter uma atitude reativa. Mas você não deve levar para o lado pessoal. Se ele gritou com você, antes de devolver na mesma moeda, pergunte a si mesmo os motivos que levaram o seu chefe a agir assim. “
Olhe para si mesma
“Faça as seguintes autoanálises: há motivos para o meu chefe estar agindo assim comigo?, estou atrasando meus prazos?, ando faltando muito? Se as respostas forem positivas, pense o que pode fazer para melhorar”.
Sele a paz
“Perceba como você pode ajudar seu chefe a superar esse momento que está passando. Pergunte se há algo que você possa contribuir para o bom funcionamento do trabalho. Dê sugêstões, ideias para ajudar a tirar essa sobrecarga de responsabilidades do seu chefe. Assim, ele perceberá que não tem inimigos no ambiente de trabalho, mas parceiros para lhe ajudar. Naturalmente, ele vai preferir usufruir desse carinho dos funcionários, não ficar gritando com eles.”
Leve tudo numa boa
“Responda com bom humor as atitudes agressivas do seu chefe. Não confunda isso com cinismo, sarcasmo ou ironia. Fale de futebol, brinque com a situação e descontraia. Isso reduz aquele mal estar, além de melhorar o clima no ambiente de trabalho.”
Mais um no happy hour
“Convide o chefe para um almoço. Apesar da vontade, diversos líderes têm dificuldade de convidar os funcionários para horas de lazer. Eles acreditam que não são bem-vindos, que vão atrapalhar. Tomando a iniciativa, você dá a oportunidade de ele participar desses momentos e revelar o seu lado humano.”
Fonte: Bolsa de Mulher
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
As 8 qualidades de uma boa líder
Antes considerado “sexo frágil”, elas ocupam cada vez mais importantes espaços na política e em grandes empresas
Liderar uma equipe não é tarefa das mais simples. Como lidar com os próprios conflitos, lar, família e ainda administrar os problemas e interesses de um grupo no ambiente profissional? Uma das tarefas de uma boa líder é manobrar muitas questões: ser equilibrada para não ser rabugenta ou condescendente demais e perceber quando as pessoas estão estimuladas ou não, além de alinhar funcionários aos objetivos da empresa.
Elas "acolhem"
Para Víctor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e CEO da Thomas Brasil, uma das características que as mulheres têm é na hora de "acolher" liderados que porventura falham, por exemplo. Os homens, geralmente, estão mais acostumados ou preferem, diante da falha, o confronto, a dura, uma ação nesse sentido.
"A mulher líder, com sua própria natureza que independe do estilo preferido de trabalho, no momento da falha é mais acolhedora e essa característica, atualmente, é tida como uma prática melhor do que o confronto em si. Não que o confronto esteja errado. A maioria das vezes, o homem vai preferir o confronto e a maioria das vezes a mulher vai preferir este acolhimento", explica o especialista.
Facilidade em reconhecer o sucesso da equipe
Há, no entanto, uma característica da liderança feminina que joga a favor e contra elas: a facilidade que têm de reconhecer o sucesso dos seus liderados. Já o homem tem um pouco mais de dificuldade. Vamos exemplificar: quando alguém faz uma atividade mal feita, o homem diz "a culpa não é minha" e, quando faz bem feito, ele se gaba do sucesso da atividade.
Com a mulher ocorre o contrário: ela tem mais dificuldade de quando alguém faz certo dela assumir a autoria do seu sucesso. Quando, no momento da falha, ela é mais acolhedora e capaz dela assumir um pouco mais essa parte de "a culpada por esse erro talvez seja eu". "Essa é a principal diferença da liderança masculina para a feminina", ressalta Víctor. As mulheres, ainda, possuem algumas características próprias que as diferenciam do executivo.
As líderes são influentes, intuitivas e comunicativas. Ao trabalharem sobre pressão, são ainda mais verbais. As mulheres buscam a segurança do status quo, ou seja, valorizam os aspectos relacionados à estabilidade e são flexíveis e adaptáveis. Além disso, são firmes em relação às suas ideias próprias e pouco propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré-estabelecidos.
Quer saber quais as qualidades o mercado de trabalho aprecia numa boa líder? Veja as dicas do especialista em treinamentos comportamentais e CEO da Thomas Brasil, Víctor Martínez, para você se tornar uma líder poderosa!
FACILIDADE DE COMUNICAÇÃO - Nada de complicar suas próprias ideias. Essa costuma ser uma dificuldade bem feminina. O homem costuma ser mais objetivo. As mulheres que se comunicam com facilidade e objetividade são um diferencial nítido para competir no mercado de trabalho.
ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS - Uma líder precisa ser orientada para buscar resultados. Não adianta discutir num ambiente corporativo. Quando alguém assume uma tarefa, há um resultado esperado. Quanto mais você se orientar para o resultado, melhor será sua liderança.
AGILIDADE E FOCO - Uma boa líder é mulher ágil, que não espera que o ambiente seja propício ou que a oportunidade seja realmente aquela. Ela age. Além disso, está sempre focada emresultados que realmente interessam, isto é, aqueles que agregam valor em termos de custos/esforços.
PIONEIRISMO - Atire-se no desconhecido! A boa líder precisa ser pioneira no que se propor a fazer, uma vez que o pioneirismo é uma característica dos tempos modernos. No passado, as pessoas melhoravam o que já tinha sido feito, digamos assim. Hoje, com o mundo conectado cada vez mais à Internet e à tecnologia, ser pioneira em determina área é o grande diferencial de uma líder.
AUTOGERENCIAMENTO - Uma boa líder precisa ter capacidade de se autogerenciar, planejar e executarprojetos, além de buscar soluções e identificar as formas de otimizar processos. Para isso, habilidades de comunicação são importantes. Estas incluem outros idiomas e domínio da informática, por exemplo.
BOA NEGOCIADORA - Aptidão para negociar. A boa líder precisa ter traquejo na hora de conduzir uma negociação. Como? Apresentando ideiasde forma clara e convincente, argumentando de forma positiva, franca e, principalmente, sendo objetiva em suas colocações.
FIQUE PLUGADA - Sendo pioneira, essa boa líder precisa estar adaptável a mudanças, além de procurar prevê-las e antecipar-se a elas. Uma característica conectada a isto é que esta boa líder seja plugada à educação contínua, às novidades tecnológicase a novos processos mais eficazes em busca da evolução.
Por MADSON MORAES - Fonte: Estilo.br.msn.com
Liderar uma equipe não é tarefa das mais simples. Como lidar com os próprios conflitos, lar, família e ainda administrar os problemas e interesses de um grupo no ambiente profissional? Uma das tarefas de uma boa líder é manobrar muitas questões: ser equilibrada para não ser rabugenta ou condescendente demais e perceber quando as pessoas estão estimuladas ou não, além de alinhar funcionários aos objetivos da empresa.
Elas "acolhem"
Para Víctor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e CEO da Thomas Brasil, uma das características que as mulheres têm é na hora de "acolher" liderados que porventura falham, por exemplo. Os homens, geralmente, estão mais acostumados ou preferem, diante da falha, o confronto, a dura, uma ação nesse sentido.
"A mulher líder, com sua própria natureza que independe do estilo preferido de trabalho, no momento da falha é mais acolhedora e essa característica, atualmente, é tida como uma prática melhor do que o confronto em si. Não que o confronto esteja errado. A maioria das vezes, o homem vai preferir o confronto e a maioria das vezes a mulher vai preferir este acolhimento", explica o especialista.
Facilidade em reconhecer o sucesso da equipe
Há, no entanto, uma característica da liderança feminina que joga a favor e contra elas: a facilidade que têm de reconhecer o sucesso dos seus liderados. Já o homem tem um pouco mais de dificuldade. Vamos exemplificar: quando alguém faz uma atividade mal feita, o homem diz "a culpa não é minha" e, quando faz bem feito, ele se gaba do sucesso da atividade.
Com a mulher ocorre o contrário: ela tem mais dificuldade de quando alguém faz certo dela assumir a autoria do seu sucesso. Quando, no momento da falha, ela é mais acolhedora e capaz dela assumir um pouco mais essa parte de "a culpada por esse erro talvez seja eu". "Essa é a principal diferença da liderança masculina para a feminina", ressalta Víctor. As mulheres, ainda, possuem algumas características próprias que as diferenciam do executivo.
As líderes são influentes, intuitivas e comunicativas. Ao trabalharem sobre pressão, são ainda mais verbais. As mulheres buscam a segurança do status quo, ou seja, valorizam os aspectos relacionados à estabilidade e são flexíveis e adaptáveis. Além disso, são firmes em relação às suas ideias próprias e pouco propensas a seguir linhas de procedimento ou padrões pré-estabelecidos.
Quer saber quais as qualidades o mercado de trabalho aprecia numa boa líder? Veja as dicas do especialista em treinamentos comportamentais e CEO da Thomas Brasil, Víctor Martínez, para você se tornar uma líder poderosa!
FACILIDADE DE COMUNICAÇÃO - Nada de complicar suas próprias ideias. Essa costuma ser uma dificuldade bem feminina. O homem costuma ser mais objetivo. As mulheres que se comunicam com facilidade e objetividade são um diferencial nítido para competir no mercado de trabalho.
ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS - Uma líder precisa ser orientada para buscar resultados. Não adianta discutir num ambiente corporativo. Quando alguém assume uma tarefa, há um resultado esperado. Quanto mais você se orientar para o resultado, melhor será sua liderança.
AGILIDADE E FOCO - Uma boa líder é mulher ágil, que não espera que o ambiente seja propício ou que a oportunidade seja realmente aquela. Ela age. Além disso, está sempre focada emresultados que realmente interessam, isto é, aqueles que agregam valor em termos de custos/esforços.
PIONEIRISMO - Atire-se no desconhecido! A boa líder precisa ser pioneira no que se propor a fazer, uma vez que o pioneirismo é uma característica dos tempos modernos. No passado, as pessoas melhoravam o que já tinha sido feito, digamos assim. Hoje, com o mundo conectado cada vez mais à Internet e à tecnologia, ser pioneira em determina área é o grande diferencial de uma líder.
AUTOGERENCIAMENTO - Uma boa líder precisa ter capacidade de se autogerenciar, planejar e executarprojetos, além de buscar soluções e identificar as formas de otimizar processos. Para isso, habilidades de comunicação são importantes. Estas incluem outros idiomas e domínio da informática, por exemplo.
BOA NEGOCIADORA - Aptidão para negociar. A boa líder precisa ter traquejo na hora de conduzir uma negociação. Como? Apresentando ideiasde forma clara e convincente, argumentando de forma positiva, franca e, principalmente, sendo objetiva em suas colocações.
FIQUE PLUGADA - Sendo pioneira, essa boa líder precisa estar adaptável a mudanças, além de procurar prevê-las e antecipar-se a elas. Uma característica conectada a isto é que esta boa líder seja plugada à educação contínua, às novidades tecnológicase a novos processos mais eficazes em busca da evolução.
Por MADSON MORAES - Fonte: Estilo.br.msn.com
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Harmonia do lar
Sua rotina é estressante e quando você entra em casa o que mais quer é relaxar? Sentar no sofá e jogar as pernas para o alto? Ou ir correndo para o quarto e ter um sono tranquilo? Isso tudo é possível utilizando as cores de maneira correta nos ambientes. Para harmonizar a energia do seu lar, a designer de interiores Sonia Angeline Mori dá dicas de cores que relaxam na decoração através de técnicas do Feng Shui. Confira!
A técnica chinesa ajuda na harmonização dos espaços e indica os tons necessários para cada espaço de acordo com o estudo e as ativações necessárias. Este é o segredo! “Se o espaço pede uma cor quente, use-a de maneira delicada para ativações dos guás (áreas que o feng shui harmonizada). Leve em conta que a maioria das paredes e tetos devem ter tons claros, pastéis e frios. Isso ajuda nesse afinamento com a sensação de calma”, recomenda Mori.
O Feng Shui atribui o bem-estar à forma como as energias yin e yang se distribuem e circulam pelo ambiente. “Yin é o aspecto mais introspectivo, interno, feminino e escurecido. Já o yang é a energia mais forte, clara, expansiva e masculina, por isso pede um ambiente iluminado”, explica Mori. As cores frias são as que relaxam. Segundo a especialista, o branco, o cinza, o preto, o azul, o verde, o marrom, o bege e o lilás têm o efeito de acalmar.. “Devemos utilizar cores pastéis (diluídas e opacas) nos interiores na maior parte dos espaços para não cansar. Devemos também utilizar tonalidades mais fortes para destaque em painéis, paredes isoladas, tapetes e almofadas onde se fará ativações equilibradas do feng shui”, orienta a especialista.
Confira as cores recomendadas para a ativação dos guás:
Trabalho – branco, cinza e preto
Espiritualidade – areia, pérola, cerâmica e marrom claro
Família – marrom escuro, ocre e verde escuro
Prosperidade – verde claro e marrom claro
Sucesso – vermelho, laranja, bordô e amarelo forte
Relacionamentos – bege e amarelo fosco
Criatividade – bronze, estanho, alumínio eaço
Amigos - prata e ouro
Fonte: Bolsa de Mulher
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Do mal humor a alegria de viver
A vida pode e deve ser sim melhor e mais prazerosa. Tente não permitir que constantes pensamentos e sentimentos negativos tomem conta de você.
Busque e aspire à felicidade e ao prazer em cada ato presente, não mais acreditando cegamente que você conseguirá ser plenamente feliz (nas férias; quando se aposentar; ao ganhar muito dinheiro). A felicidade está ao nosso alcance sempre, basta sim desejarmos e nos dispormos a isso.
Cuide de seu corpo, alimentando-se adequadamente; não exagerando no consumo de bebidas alcoólicas; dormindo bem; relaxando-se das tensões do dia a dia; tendo uma atividade física equilibrada e regular.
Aceite as diferenças (pessoas; familiares; cultura; valores; situações... aprendendo com o novo.)
Curta o desenvolvimento dos filhos (netos), compartilhe alegrias e mesmo dúvidas com os amigos, não se isolando para com o mundo.
Pare de se incomodar e se irritar em demasia com pessoas mal-humoradas, com bobagens cotidianas. Procurando refletir e compreender possíveis ressentimentos, mágoas, sentimentos negativos. Não se culpe, busque melhor conhecer e entender a si próprio e a outrém.
Trabalhe e ou exerça suas atividades com o maior prazer possível, mas lembre-se que as pausas e os intervalos, em cada tarefa, são necessários para o corpo e a mente se recuperarem.
Acredite na sua real capacidade e possibilidade de aprender, de se expandir, evoluir e de vivenciar momentos de pleno contentamento.
Não se isole... não se feche em si mesmo... ofereça sim seu potencial realizador a instituições e programas comunitários e sociais.
Não se acomode, sonhe, sonhe muito, buscando a concretização,
Necessitando falar /desabafar vá ao encontro de um ombro amigo e confiável e, em dados casos, confie no auxílio e na orientação que um profissional qualificado pode lhe oferecer.
Hélio Borges Júnior
Psicólogo Clínico / Psicoterapeuta de Adolescentes e Adultos e Psicopatologia
Fonte: WMulher
terça-feira, 24 de abril de 2012
Deixar de comer emagrece?
Você está decidida a emagrecer e já fez até planos: uma hora de malhação por dia, consulta na esteticista e, claro, uma alimentação radical para que os resultados apareçam o quanto antes. Surgem então as receitas da moda: são dietas da sopa, sucos, da proteína. Parece que vale tudo em busca de um corpo perfeito. Mas será mesmo que eliminar alimentos essenciais e passar horas sem se alimentar são atitudes saudáveis e que ajudam no processo de emagrecimento? Confira alguns mitos que podem colocar em risco a sua saúde.
Sabe aquele buraco no estômago que insiste em incomodar depois de horas em jejum? Algumas pessoas tendem a confundir esta sensação com uma suposta queima de calorias. Errado! “Geralmente, o maior fator de confusão tem a ver com horários e quantidade dos alimentos. As pessoas têm a ideia de que se deve comer pouco e poucas vezes ao dia. Na verdade, isso acaba prejudicando a dieta, porque, quando ficamos muito tempo em jejum, o metabolismo cai e gastamos menos energia”, alerta a nutricionista Raquel Eccel Prates, do Centro de Recuperação e Estudos da Obesidade.
Eliminar o jantar ou a ceia não vai impedir que você acumule gordura. Comer à noite pode não engordar, mas vai depender apenas das suas escolhas. “Se pensarmos dessa maneira, comer durante o dia engorda também. O que faz com que você acumule mais ou menos gordura no seu organismo são a quantidade e a qualidade dos alimentos que ingere”, explica a nutricionista Carla Yamashita, autora do livro “Alimentação Saudável”.
Cortar arroz e feijão do cardápio é o primeiro risco para quem deseja levar a dieta a sério. “O arroz é o carboidrato e o feijão, a proteína. Quando eliminamos esses alimentos, o risco de não conseguir levar a dieta por muito tempo é grande. Em geral, o importante é pensar em uma alimentação que você possa manter a longo prazo e, claro, sem grandes sacrifícios”, sugere Carla.
Alguns medicamentos prometem diminuir o apetite e, de quebra, acelerar o metabolismo. Mas atenção: ao contrário do que se pensa, essa alternativa não está liberada para todos os casos. “Existem, sim, algumas medicações que auxiliam no emagrecimento, mas não devem ser utilizadas sem orientação médica e por qualquer paciente. Os efeitos colaterais vão desde taquicardia até distúrbios do sono e humor. O engano está, justamente, quando as pessoas insistem em se automedicar, achando que os resultados serão os melhores possíveis. Na verdade, além de por a saúde em risco, podem não conseguir o resultado desejado”, destaca Raquel.
Eleger um ou dois dias da semana para sair completamente da dieta prejudica os resultados e aumenta as chances de desistência. “Por muito tempo, as dietas do Centro de Recuperação e Estudos da Obesidade tinham como opção uma refeição permitida por semana. Para alguns pacientes este método ajuda a encarar a dieta de maneira mais leve e se relacionar melhor com a comida. Mas o que se percebeu é que, para pessoas compulsivas, o prato permitido gerava um fenômeno de ansiedade e muitas vezes desencadeavam uma compulsão maior. Os anos de prática mostraram que, quanto mais nos afastamos dos alimentos desencadeadores de vícios e compulsões, menos dependentes nos tornamos”, destaca Raquel.
A herança genética também não serve como desculpa. O mito “tenho tendência a engordar” pode estar relacionado a outros fatores e não apenas aos quilos extras dos seus pais. “Generalizar a obesidade por razões genéticas é um argumento infundado cientificamente. Alguns estudos indicam que filhos de pais obesos têm maior tendência a serem obesos, mas isso está mais relacionado ao estilo de vida, no qual os pais têm influência direta. Todos temos tendência a engordar se nossa alimentação for desregrada e com excessos”, ressalta a nutricionista.
Fonte: Bolsa de Mulher
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Envolvimento no trabalho
Descubra como agir para não comprometer a carreira profissional
Homens e mulheres passam horas no ambiente de trabalho. As afinidades aparecem e, por mais que se tente evitar, os relacionamentos amorosos acabam acontecendo. Se você está nesta situação e não sabe como agir, descubra o que fazer para não atrapalhar o seu desempenho na empresa. “É normal, pois as pessoas passam muitas horas juntas e naturalmente acontecem identificações. Mas o melhor é tentar evitar e ficar longe de futuros problemas”, aconselha Adriana Firmino, consultora de recursos humanos (RH), da Descartes Consultoria.
Antes de tudo, o profissional deve conhecer quais são as regras da empresa em relação ao namoro no trabalho. “Sugiro respeitar as leis da organização em que trabalha e ter uma postura ética. Em empresas que proíbem o relacionamento no trabalho, os cuidados para evitar o início de um relacionamento devem ser maiores, uma vez que respeitar as regras de conduta da organização é fundamental”, diz Daniella Correa, consultora de RH, da Catho Online.
Agora, se o clima já rolou e você não conseguiu resistir, evite comentários sobre o relacionamento dentro da empresa. Correa recomenda não utilizar o horário de expediente, as dependências da empresas e as ferramentas de trabalho, como telefone, e-mail, MSN, entre outros, para essa finalidade. ”Além disso, manter a discrição entre os colegas e chefes é imprescindível. Quanto mais discretos forem, mais difícil o namoro interferir no trabalho ou gerar fofocas”, avalia.
Estabelecer limites é outra dica necessária para um namoro dentro do ambiente de trabalho. “O profissional precisa ter maturidade e bom senso. O que se espera é que, durante o período em que profissional está na empresa trabalhando, que a sua dedicação seja exclusiva e focada, sem dispensar muita energia com assuntos pessoais”, pontua Daniella Correa, lembrando que erros desse tipo podem comprometer os resultados na companhia. “Além disso, caso o relacionamento não tenha continuidade, podem ocorrer conflitos e dificuldades de relacionamento entre os profissionais”, salienta.
Para evitar fofocas, a dica da consultora Adriana Firmino é buscar um conversa franca com o chefe e contar sobre o envolvimento amoroso. “Ambos devem ser discretos, evitar intimidades no trabalho, pois esconder é muito difícil e os colegas de trabalho acabam percebendo. Penso que o melhor é informar para o chefe, antecipando possíveis boatos”. E fique de olho no happy hour! “Tome cuidado com a sua postura e as conversas. Lembre-se que tudo o que for feito ou comentado pode ser falado dentro da empresa e algumas posturas podem ser comprometedoras para a sua visibilidade profissional”, finaliza Correa.
Fonte: Bolsa de Mulher
Homens e mulheres passam horas no ambiente de trabalho. As afinidades aparecem e, por mais que se tente evitar, os relacionamentos amorosos acabam acontecendo. Se você está nesta situação e não sabe como agir, descubra o que fazer para não atrapalhar o seu desempenho na empresa. “É normal, pois as pessoas passam muitas horas juntas e naturalmente acontecem identificações. Mas o melhor é tentar evitar e ficar longe de futuros problemas”, aconselha Adriana Firmino, consultora de recursos humanos (RH), da Descartes Consultoria.
Antes de tudo, o profissional deve conhecer quais são as regras da empresa em relação ao namoro no trabalho. “Sugiro respeitar as leis da organização em que trabalha e ter uma postura ética. Em empresas que proíbem o relacionamento no trabalho, os cuidados para evitar o início de um relacionamento devem ser maiores, uma vez que respeitar as regras de conduta da organização é fundamental”, diz Daniella Correa, consultora de RH, da Catho Online.
Agora, se o clima já rolou e você não conseguiu resistir, evite comentários sobre o relacionamento dentro da empresa. Correa recomenda não utilizar o horário de expediente, as dependências da empresas e as ferramentas de trabalho, como telefone, e-mail, MSN, entre outros, para essa finalidade. ”Além disso, manter a discrição entre os colegas e chefes é imprescindível. Quanto mais discretos forem, mais difícil o namoro interferir no trabalho ou gerar fofocas”, avalia.
Estabelecer limites é outra dica necessária para um namoro dentro do ambiente de trabalho. “O profissional precisa ter maturidade e bom senso. O que se espera é que, durante o período em que profissional está na empresa trabalhando, que a sua dedicação seja exclusiva e focada, sem dispensar muita energia com assuntos pessoais”, pontua Daniella Correa, lembrando que erros desse tipo podem comprometer os resultados na companhia. “Além disso, caso o relacionamento não tenha continuidade, podem ocorrer conflitos e dificuldades de relacionamento entre os profissionais”, salienta.
Para evitar fofocas, a dica da consultora Adriana Firmino é buscar um conversa franca com o chefe e contar sobre o envolvimento amoroso. “Ambos devem ser discretos, evitar intimidades no trabalho, pois esconder é muito difícil e os colegas de trabalho acabam percebendo. Penso que o melhor é informar para o chefe, antecipando possíveis boatos”. E fique de olho no happy hour! “Tome cuidado com a sua postura e as conversas. Lembre-se que tudo o que for feito ou comentado pode ser falado dentro da empresa e algumas posturas podem ser comprometedoras para a sua visibilidade profissional”, finaliza Correa.
Fonte: Bolsa de Mulher
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Sou mãe e agora?
Tornar-se mãe, para algumas, é adquirir uma função vitalícia e obrigatória. A chegada da maternidade, sem dúvidas, significa uma nova etapa na vida da mulher que não necessariamente exclui tudo o que ela viveu, foi e construiu até o momento. Para muitas mulheres tornar-se mãe é ter que optar entre a atenção aos filhos, marido, trabalho e questões domésticas. Com isso tudo, qual o lugar que essas mulheres ocupam na própria vida?
Apesar dos grandes avanços conquistados pela mulher, ainda assistimos todos os dias muitas delas buscando atender a uma expectativa da sociedade com jornadas duplas e triplas para que sejam consideradas boas mães, exemplares, dedicadas, esforçadas que gostam dos seus filhos e da família por se dedicarem intermináveis horas aos cuidados deles.
Em contrapartida, aquela mulher que opta em continuar trabalhando, em dividir uma relação compartilhada com o parceiro, seja a responsabilidade dos filhos e da casa e/ ou que busca ajuda - de escolas, creches, boas babás, avós - para sua função de ser mãe, nem sempre é bem vista pela sociedade e também por ela mesma. Isso acontece devido à formação de padrões, crenças e valores que moldam o seu modo de pensar, de ser e de desempenhar a maternidade, gerando um conflito.
Diante dessa situação, o que fazer? É importante que a mulher mantenha-se em contato consigo mesma, com o que realmente quer e com o que gosta de fazer, a satisfaz e, principalmente, com seus sonhos. A maternidade pode deixar de ser uma obrigação e passar a fazer parte das realizações. Uma mulher pode "estar" mãe ao invés de "ser mãe". A escolha é dela, está em suas mãos.
A maternidade pode caminhar junto com a realização do ser mulher que envolve as várias áreas da vida (pessoal, conjugal, familiar e profissional). O ser mãe pode potencializar recursos internos no sentido de torná-la mais forte e capaz para lidar com os desafios que vão além da maternidade.
Ao mesmo tempo, ao se realizar enquanto pessoa na busca de seus sonhos, a mulher pode tornar-se alguém mais realizada, enriquecendo e contribuindo para exercer uma maternidade mais plena.
*Blenda Oliveira é coordenadora da Casa Movimento, doutora em psicologia clínica pela PUC-SP, psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo - SBP-SP -, além de psicoterapeuta de adulto, adolescente, criança, família e casais.
Fonte:WMulher
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